Mariana

Mariana é um dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro, Trilha dos Inconfidentes e Estrada Real. Tombada em 1945 como Monumento Nacional, Mariana é repleta de riquezas do período que foram traçadas juntas com a história de Minas Gerais.

A história de Mariana possui como cenário um período de  religiosidade, descobertas, busca pelo ouro e projeção artística, onde o pioneirismo de uma região guarda a três séculos, riquezas que nos remetem ao tempo do Brasil Colônia.

Por ordem do rei lusitano D. João V, em 1745, a região foi elevada à cidade e nomeada Mariana. Nesta mesma época a cidade passou a ser sede do primeiro bispado mineiro, transformando-se assim no centro religioso do Estado.

Além de relíquias e casarios coloniais que contam parte da história do Brasil, em Mariana nasceram personagens representativos da cultura brasileira. Estão entre eles, o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa, o pintor sacro Manuel da Costa Ataíde e Frei Santa Rita Durão, autor do poema “Caramuru”.

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Atrativos Turísticos

Centro

Centro Histórico Mariana / MG Foto: Reprodução Internet

Centro Histórico: As portas do barroco mineiro são abertas em Mariana através das ruas da cidade histórica, em paralelepípedos, e a riqueza das peças artesanais de madeira entalhada e pedra sabão, além de artigos em tapeçaria. Bem próxima a Ouro Preto, Mariana é excelente opção de hospedagem para quem deseja conhecer o circuito do ouro.

Em Mariana o turista encontrará igrejas históricas, museus e uma imponente arquitetura urbana colonial, com destaque para a Rua Direita, considerada a mais bela de Minas Gerais. Outros importantes atrativos turísticos de Mariana são a Mina da Passagem, local onde se concentrava a produção de ouro, e para os amantes do Ecoturismo, a Cachoeira da Serrinha, na Serra do Itacolomi.

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Monumentos

Casa da Câmara – Foto: Reprodução Internet

Rua Direita – Foto: Reprodução internet

Seminário Maior – Foto: reprodução internet

Casa de Câmara e Cadeia: É o tipo mais interessante de arte colonial da cidade. Foi planejada e executada pelo projetista José Pereira Arouca, construtor de quase toda Mariana. É um prédio de dois pavimentos. Tem aparência de muitas quintais nobres de Portugal, com escadarias externas com parapeitos maciços, com faixas e corrimão em pedra-sabão. Localização: Praça Minas Gerais – Centro.

Conjunto Arquitetônico da Rua Direita:  Segunda rua mais antiga da cidade, caracterizada pelas suas importantes construções coloniais. O conjunto arquitetônico desta rua é um dos mais bem preservados da cidade. Encontra-se nela a Casa do Barão de Pontal, ex-governador de Minas. Também nesta rua, fica a Casa Setecentista, em estilo colonial, construída no final do século XVIII. Aí encontram-se guardadas coleções de preciosos documentos dos Séculos XVIII e XIX. Chama atenção ainda na Rua Direita, a casa que pertenceu a Alphonsus de Guimarães, onde hoje está instalado o museu que guarda inúmeros pertences deste poeta simbolista. Localização: Rua Direita, Centro.

Seminário Maior São José: Prédio de inigualável beleza arquitetônica, talvez sem similar em todo país. É pela parte exterior, como se vê da estampa, uma construção majestosa, em estilo neocolonial. O pórtico tem escadaria em arco abalaustrado, cravejada de topázios e com o trono austero do saguão, onde está colocada a belíssima figura de São Pedro. Sua capela também é de uma beleza impressionante, possuindo pinturas maravilhosas e vitrais em forma de mosaico.  Localização: Praça Dom Benevides – São José (Chácara).

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Igrejas

Catedral Nossa Senhora da Assunção – Foto: Reprodução internet

Igreja da Arquiconfraria S. Francisco – Foto: Reprodução internet

Igreja de Nossa Senhora das Mercês – Foto: Reprodução internet

Igreja de Nossa Senhora do Rosário – Foto: Reprodução internet

Igreja de São Francisco de Assis Foto: Reprodução Internet

Igreja de São Pedro dos Clérigos – Foto: Reproduçaõ internet

Santuário de N. Sra. do Carmo Foto: Reprodução internet

Capela Nossa Senhora da Boa Morte - Foto: Acervo Prefeitura de Mariana

Capela Nossa Senhora da Boa Morte – Foto: Acervo Prefeitura de Mariana

Catedral de N. Sra da Assunção (Sé): Um dos mais belos monumentos religiosos do Brasil colonial e mais antiga Matriz da cidade. Sua construção foi iniciada em 1709 e concluída por volta de 1750. Foi trabalhada por dois grandes vultos da arte barroca: José Pereira Arouca e Manoel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho. No batistério há uma tela do pintor Athayde, com retábulos da primeira fase do barroco. Na pia batismal no tapavento, que é o mais belo da região, nota-se a presença surpreendente de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. No altar-mor, a imagem de Nossa Senhora do Carmo, com o manto bordado a ouro, autenticamente português. Localização: Praça Cláudio Manoel – Centro

Igreja da Arquiconfraria S. Francisco: Destaca-se pela graciosidade do edifício na singeleza e simplicidade de estilo da construção, em taipa e madeira, quase nada retratando o Barroco. Foi construída em 1784, pelos irmãos da Ordem do Cordão de São Francisco. Esta igreja é a única de Mariana que obedece ao tipo especializado de frontispício quebrado em três planos, com uma única torre central, à semelhança da igreja de N. Sra. do O, em Sabará. Localização: Rua Dom Silvério – Centro.

Igreja de Nossa Senhora das Mercês: É pertencente ao grupo de igrejas que foram edificadas em Mariana depois do alinhamento da cidade. Seu estilo é simples, mas conserva no interior um conjunto de imagens talhadas em madeira e decoradas com ouro forte. São belas e raras, representando a sagrada família, considerada a mais preciosa obra estatuária de Mariana (autor desconhecido). O cemitério da igreja guarda em seu silêncio o jazigo do Santo Monsenhor José Silvério Horta, muito venerado na região. Localização: Rua das Mercês – Centro.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário: Sua construção teve início em 1752 pelo construtor José Pereira dos Santos. Seu interior é de grande suntuosidade. A pintura do teto da capela-mor apresenta conservação perfeita e destacam-se os altares caprichosamente ornamentados desde o chão ao teto. Localização: Rua Monsenhor Horta – Rosário.

Igreja de São Francisco de Assis: Sua construção foi iniciada em 1763 e concluída em 1794. A pintura esteve a cargo de vários artistas, destacando-se entre eles Manoel da Costa Athayde e Francisco Xavier Carneiro. O interior da igreja em talha e os retábulos, púlpitos e douramentos dos altares valorizam o conjunto. O medalhão da portada, em pedra sabão, é atribuído ao Aleijadinho. Nela está sepultado o Mestre e Pintor Manoel da Costa Athayde, na tampa número 94. Os lustres do século XVIII são de cristal da Boêmia. A pintura no centro do teto estampa o dilúvio e a arca de Noé e as do lado se referem aos quatro papas que colaboraram com a Ordem Terceira de São Francisco de Assis. Localização: Praça Minas Gerais – Centro.

Igreja de São Pedro dos Clérigos: Exuberante pela sua localização, nela o visitante pode desfrutar de uma bela vista da cidade. O risco da igreja é de Antônio Pereira de Souza. É uma das três únicas barrocas de Minas com plano em redondo, característica revolucionária para a época. Seu principal construtor foi José Pereira Arouca. A construção é de 1752, mas a obra encontra-se inacabada. O que resta do altar-mor, talhado em cedro, e do teto do presbitério, provam que o templo seria majestoso se estivesse concluído. A torre da esquerda é original e de pedra e a da direita, de tijolos, pois já caiu duas vezes. O telhado lembra um casco de tartaruga, enquanto o fundo um navio. Localização: Rua Dom Silvério – Colina de São Pedro

Santuário de N. Sra. do Carmo: Teve sua construção iniciada em 1784. Destaca-se das outras igrejas da cidade pela fachada, com florões na portada e torres cilíndricas, o que lhe dá um ar soberano e a primazia na arte e no belo. Foi erguido pelos irmãos da Ordem Terceira do Carmo. Em seu interior, os altares laterais são em talha, no estilo rococó. A capela-mor é coberta com abóbada de aresta. O altar-mor e o retábulo são de talha elegante, com arco semicircular apoiado em colunas e pilastras entalhadas. Em 20 de Janeiro de 1999, um incêndio destruiu todos os elementos em madeira da nave principal. Várias imagens dos séculos XVII e XVIII e a pintura do teto foram também consumidas pelo fogo. Localização: Praça Minas Gerais – Centro.

Capela Nossa Senhora da Boa Morte: A capela fica no antigo Seminário Menor, construído em 1750. O Seminário Menor, também conhecido como Seminário de Nossa Senhora da Boa Morte, é a casa de instrução mais antiga de Minas Gerais. Sua criação deveu-se a preocupação do primeiro Bispo de Mariana, D. Frei Manuel da Cruz, com a carência de um estabelecimento para o ensino de humanidades em sua diocese. O conjunto de edificações do Seminário da Boa Morte veio substituir, após as necessárias obras de adaptação e ampliação, o imóvel de propriedade particular conhecido como Chácara da Intendência, adquirido pelo Bispo de Mariana, para instalação do referido estabelecimento, cuja criação foi autorizada por D. João V, em ordem régia de 12 de setembro de 1748. A Provisão de sua fundação traz a data de 20 de dezembro de 1750. Uma vez adquirido o imóvel pelo Bispado, iniciaram-se provavelmente as obras de adaptação e ampliação ou mesmo de construção de partes novas da antiga “morada de casas”, de modo a permitir o imediato funcionamento do Seminário. Em 1752, as obras ajustadas com Antônio Carlos Cardoso ainda estavam em andamento. O conjunto do Seminário, incluindo a capela, foi objeto de sucessivas modificações, as quais ocorreram principalmente no seu interior, até ganhar o aspecto atual. Mas é certo que a fachada principal conserva o modelo originalmente adotado.

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Museus

Museu da Musica – Foto: Reprodução internet

Museu Arquidiocesano de Arte Sacra – Foto: Reprodução internet

Museu da música: Os primórdios do Museu da Música se prendem à organização do arquivo eclesiástico, com sede na cúria Metropolitana, trabalho feito pelo Arcebispo Dom Oscar. As inúmeras peças musicais, então encontradas, causaram a fundação do museu em 1972. Trata-se de um museu único no gênero no Brasil. Conta atualmente com respeitável acervo, composto também de peças doadas ou adquiridas, além das provenientes do arquivo da Cúria. Localização: Rua Cônego Amando, 161 – Centro.

Museu Arquidiocesano de Arte Sacra: Foi fundado em 22 de setembro de 1962, em comemoração ao bicentenário de Athayde, pelo Arcebispo D. Oscar de Oliveira. O museu sacro é um dos mais completos do Brasil, possuindo cerca de duas mil peças. A mais valiosa é um relicário de ouro com cento e sessenta e oito brilhantes. É considerado o mais rico em arte sacra de Minas e o segundo do Brasil. Possui mobiliário raro, imagens portuguesas, trabalhos em pedra sabão e jacarandá, pinturas de Athayde, paramentos riquíssimos, louças chinesas, jarras de porcelana, alfaias de ouro e prata, objetos dos antigos Bispos, imagens raríssimas e ambientes completos do século XVIII. Localização: Rua Frei Durão – Centro.

Museu do Livro: Foi instalado por iniciativa do arcebispo Dom Oscar de Oliveira, juntamente com a Fundação Cultural da Arquidiocese de Mariana. O museu contém obras raras e revolucionárias do século XVIII, que possuem um valor incalculável e ajudaram diretamente nos destinos da Inconfidência Mineira. São vários os volumes encontrados, dentre eles o primeiro Dicionário Latino-Português – Raphael Bluteau, de 1712. Localização: Cônego Amando nº 161 – Centro.

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Atrativos Naturais

Mina de Passagem – Foto: Reprodução Internet

Eco Adventure Mariana: Passeios ecoturísticos a pé ou em jeeps adaptados aos atrativos da Região dos inconfidentes, que abrange as cidades de itabirito, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Santa Bárbara, Acaiaca, Barra Longa e Diogo de Vasconcelos, além de percorrer os distritos com passeios em cachoeiras, city tours, visita aos parques ecológicos, mirantes naturais e muitos outros atrativos. Os grupos serão levados por guias especializados em Educação Ambiental e Ecoturismo.

Mina de Passagem : Maior Mina de Ouro aberta a visitação no mundo, a Mina da Passagem guarda segredos e mistérios que encantam a todos. A descida para as galerias subterrâneas se faz de modo incomum, através de um trolley, que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade, onde se vê um maravilhoso lago natural. O cenário do interior da Mina impressiona a todos. A temperatura é estável entre 17° e 20°. Desde a sua fundação no início do século XVIII, foram retiradas aproximadamente 35 toneladas de ouro.  Localização: distrito de Passagem de Mariana, a 5 km de Mariana no sentido Ouro Preto.

Saiba mais sobre a Mina de Passagem através do link: http://eucurtominas.com.br/mina-da-passagem

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Trem

Trem da Vale – Foto: Reprodução internet

Trem da Vale: A tradicional Maria-Fumaça voltou aos trilhos, puxando uma composição móvel que inclui um vagão panorâmico, especialmente adaptado para receber uma estrutura transparente que permite uma vista excepcional da paisagem. Os prédios da estação do percurso — Ouro Preto, Vitorino Dias, Passagem de Mariana e Mariana — foram restaurados e o paisagismo de suas áreas externas foi recuperado. Além disso, as estações âncora do projeto — Ouro Preto e Mariana — foram transformadas em espaços culturais com diversos equipamentos e espaços expositivos.

Site do Trem da Vale: www.tremdavale.org

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Distritos

Bandeirantes – Ribeirão do Carmo: O arraial de São Sebastião foi fundado pelo sertanista Sebastião Fagundes Varela e sua paróquia é uma das mais antigas de Minas Gerais. Em setembro de 1923 mudou a denominação do distrito para Bandeirantes – berço do vice-presidente da República, Pedro Aleixo.

Cachoeira do Brumado: O arraial surgiu nos primórdios do século XVIII. João Pedroso e João Lopes Pereira iniciaram o arraial e criaram a primeira Capela do Distrito. A localidade é conhecida pela riqueza e variedade do seu artesanato.

Camargos: Em 1711, os irmãos Tomáz Lopes de Camargos, João Lopes de Camargos e Fernando Lopes de Camargos encontraram um ribeirão aurífero, onde se estabeleceram originando-se assim o povoado de Camargos. O distrito está situado ao norte, perto da Serra do Caraça e a 19 km de sua sede, Mariana.

Cláudio Manoel: Fundado por Manoel da Costa no dia 5 de agosto de 1704. Em 1733, foi Construída a Capela de Boa Vista, denominação do arraial que surgiu por volta da Capela, no dia 7 de setembro de 1923. Em homenagem ao inconfidente Cláudio Manoel da Costa, o nome de Boa Vista foi mudado para Cláudio Manoel.

Furquim:  É um dos lugares mais antigos de Minas Gerais. Deve seu nome ao sertanista Antônio Furquim da Luz, que fundou o arraial no começo do século XVIII. Em 1706 já era Paróquia. Em sua praça principal encontra-se um Cruzeiro de pedra de forma patriarcal.

Monsenhor Horta: São Caetano do Rio do Carmo, hoje Monsenhor Horta, a 16Km da cidade de Mariana, foi um dos numerosos arraiais que partilharam da rota do ouro, margeando o Ribeirão do Carmo. Os primeiros povoadores foram os portugueses Caetano Pinto de Castro, Pedro Álvares Pereira e Manuel Monteiro Chassim. Em 1836 as freguesias de São Caetano e São Sebastião se uniram e formaram apenas uma. Ao Distrito de São Caetano foi dado o nome de “Monsenhor Horta”.

Padre Viegas – Somidouro: Sumo D’Ouro era o antigo nome do distrito devido à alta qualidade do metal que descia das escarpas e agrestias do acidentado local das lavras onde era apanhado com a maior facilidade. A Lei n°336 denominou o distrito de Padre Viegas.

Passagem de Mariana: Data do século XVIII a descoberta do ouro em Passagem. Percorrendo os cursos d’água da Bacia do Rio Doce atingiram o Ribeirão do Carmo, no qual encontraram ouro em abundância. Em 1719 foram descobertas as primeiras jazidas em Passagem.

Santa Rita Durão: O pequeno povoado nasceu com um dos maiores grupos de prospecção que invadiram o sertão mineiro no começo do século XVIII. A localidade que hoje se chama Santa Rita Durão teve primitivamente o nome de “Inficionado”, palavra que é uma variante de “Infeccionado”. Essa antiga denominação lhe foi dada pelos paulistas, no começo do século XVIII, por volta de 1702 e 1703, diante da circunstância de encontrarem pouco ouro e de baixo teor nas águas do curso d’água local. O primeiro explorador da região foi Salvador Faria Albernaz. A primeira matriz foi substituída por outra, definitiva, construída por iniciativa do sargento-mor Paulo Rodrigues Durão, e foi benzida em 28 de maio de 1729. Durão teve um filho ilustre, o Frei de Santa Rita Durão, natural daquela paróquia. Nascido em 1720, foi o precursor da Literatura Brasileira e autor de um dos maiores poemas épicos brasileiros: “Caramuru”.

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Hospedagem

Pousadas

Não há pousadas cadastradas

Hotéis

Não há hoteis cadastrados

Gastronomia

Restaurantes

Não há restaurantes cadastrados

Bares

Não há bares cadastrados

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Links úteis

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Ouro Preto - 14 km

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